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22/03/2020

Coronavírus: como fugir do tédio durante a quarentena

“Palma, palma, não criemos cânico” – já dizia o grande filósofo contemporâneo Chapolin Colorado. Em tempos de surto generalizado sobre o tal do coronavírus, sei que ninguém mais aguenta ouvir  sobre o assunto. Acredito eu que a maioria das instituições já declararam suas atividades suspensas em apoio às indicações de distanciamento social e as reações são das mais diversas. Teve desde um pessoal ligeiramente sem noção comemorando como se um período de férias-surpresa tivesse sido decretado até outros um tanto histéricos fazendo planos para estocar suprimentos na crença absoluta de que o cenário em breve se assemelharia ao de qualquer obra pós-apocalíptica dessas que tem feito sucesso ultimamente. Ok, Gislaine, respira. O ponto é: eu decidi vir aqui, como um exemplo não tão bom assim de autocontrole, para pedir encarecidamente que vocês não sejam nem de um grupo nem de outro. Simples, né?
Foto por Micheile Henderson em Unsplash.

15/03/2020

DCERA, Hair Love, Kitbull, Memorable e Sister: os curtas do Oscar 2020

Uma das minhas metas para 2020 era assistir algumas, se não todas, as obras indicadas ao Oscar.  Admito: nada mudou no fato de eu não ter muita paciência para assistir filmes. Mas fiz um esforço colossal (na forma de uma maratona regada a pipoca e chocolate) para ver as categorias em que eu tinha mais interesse antes da cerimônia, que aconteceu no dia 9 de fevereiro. Já passou algum tempo, mas decidi comentar um pouco o que eu achei dos curtas animados indicados ao prêmio – e aproveitar a oportunidade para discutir um pouco a relevância social da vitória de HairLove, mesmo que minha torcida estivesse em outro lugar.
curtas_animados_indicados_ao_oscar_2020
Da esquerda para a direita: DCERA, Hair Love, Kitbull, Memorable e Sister.

08/03/2020

Escritoras fodas pra car*lho

Hoje, dia 8 de março, é comemorado o Dia Internacional da Mulher. O dia em que todos amam suas mães, suas irmãs e suas colegas de trabalho, o dia em que demonstram o imenso respeito que sentem dando de presente uma rosa (muito provavelmente na forma de cartão digital). O dia antes do dia seguinte, em que as mulheres novamente serão oprimidas e subjugadas pelo sistema patriarcal. É, queridas, não vai ser hoje que as coisas vão mudar. Ainda andaremos pelas ruas à noite com o coração em uma mão e as chaves na outra. Ainda teremos nosso trabalho desvalorizado em campanhas que, supostamente, advogam pela nossa valorização — eu não gosto de ignorância não, viu, Hershey's. Mas sigamos, mulheres, na esperança e na luta. Porque nós somos muito, muito maiores do que isso.
mulher datilografando em uma antiga máquina de escrever
Palavras também podem mudar o mundo. Foto por MILKOVÍ em Unsplash.

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