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11/04/2020

Bateu saudade dos dias de menina na piscina

Eu não conheço o mar. Reza a lenda que, quando criança, fui com os meus pais passar alguns dias no litoral – mas eu era tão novinha que as únicas lembrança que restaram da experiência foram algumas fotos de uma neném gorducha e história engraçadas que sempre surgem nas festas de família. Não tenho como afirmar com certeza, mas parece ter sido uma ótima viagem: isso explicaria porque durante minha infância e adolescência (e até nos dias e hoje, embora mais discretamente) eu sempre fui obcecada com água. Sempre que havia uma oportunidade de nadar, vocês podem ter certeza, eu estaria lá – a parte difícil era, de fato, me tirar da piscina por qualquer motivo que fosse.
Foto de Stéphan Valentin em Unsplash.

Eu ainda me lembro, com um pouco de pesar, do momento em que eu comecei a repensar esse comportamento (que, no auge da minha pré-adolescência classifiquei de "infantil"). Foi em uma colônia de férias e eu estava há quase uma semana em uma relação de amor profunda com a piscina do lugar: fizesse chuva ou sol, tivesse companhia ou não. Vejam bem, eu estava um tantinho acima do peso e bem consciente disso – porque algumas pessoas próximas faziam questão de não me deixar esquecer. Um comentário sobre meu corpo quando eu estava de biquíni, uma comparação talvez não mal-intencionada... foi o que bastou para que eu "decidisse" que eu achava tão divertido assim brincar na piscina.

Nesta postagem não é minha intenção contar da longa trajetória que foi (e ainda é) aprender a gostar do meu corpo da forma que ele é, ou seja, diferente do padrão socialmente estabelecido como ideal. O que eu queria dizer é que, por muitas vezes, nós mulheres encontramos percalços nas nossas jornadas que poderiam ser evitados ou contornados com menos sofrimento se soubéssemos de onde obter apoio. Quando comecei a acompanhar mais de perto pessoas que se pareciam comigo ou que pelo menos não se parecessem com o padrão, foi quando eu descobri que talvez existissem outras possibilidades de roupa de banho que não apenas aquele maiô preto bem discreto que anda assim parecia não apertar ou cobrir o suficiente.

Não me entendam mal, mas ainda acho muito mais charmoso o maiô do que o biquíni (sem falar da garantia extra de que ele não vai sair nadando por aí sem você). Mas, há algum tempo, eu comprei um biquíni. Comprei justamente um biquíni porque me senti confortável para fazê-lo – e isso significou muito. Como sei que, como eu, muitas mulheres lutam na aceitação de suas próprias formas, queria apresentar uma loja que me deixa muito confortável quando se trata dessas questões.

Marétoa: diversidade, paz, tranquilidade e boas vibrações

A primeira vez que ouvi falar da Marétoa foi no blog da Luly Lage, o Sweet Luly, quando ela estava apresentando alguns maiôs da loja. Eu fiquei completamente apaixonada tanto pelos modelos quanto pelas estampas. Hoje, eu passeei um pouco pelo site da loja em busca de alguns biquínis (o motivo: depois dessa quarentena eu quero morar em algum clube das proximidades e acredito que vou precisar de mais de uma roupa de banho para concretizar essa fantasia).

Devo admitir que me surpreendi muito positivamente com a experiência de navegar eu mesma pela loja, especialmente no que tange o primeiro ponto do lema da Marétoa: diversidade. Juro para vocês, acho que é a primeira vez que em uma loja de roupas de banho eu vejo mulheres de todos os tamanhos e tipos de corpo. Acabei ficando mais tempo admirando aquela mulherada maravilhosa do que esperava. Nessa brincadeira de olhar quase todos os produtos, pensei que não faria mal nenhuma "escolher" algumas peças para mostrar para vocês as combinações que fariam com que eu me sentisse bonita e confortável em minha própria pele.

Embora a loja tenha muitos modelos diferentes tanto para a parte superior quanto para a inferior dos biquínis, me concentrei nos estilos que eu achei que me agradariam mais para montar alguns conjuntos. Para os tops, gostei muito do ciganinha e do cropped com nó. O meia taça, do conjunto mais à direita, me deixou um pouco na dúvida se eu usaria ou não mas gostei tanto da estampa que achei que valia a pena uma menção honrosa. Embora uma das especialidades da Marétoa sejam as chamadas "calcinhas empina bumbum", preferi ficar no mais clássico e escolhi entre as de alça larga borboleta.
Quase todas as estampas estão disponíveis tanto para a parte superior quanto inferior, mas eu sou um tanto quando careta e sempre acho que vou chamar atenção demais se sair por aí toda vestida de limões. Por isso, sempre combino uma peça mais estampada com outra um tanto quanto neutra, de preferência uma cor lisa.

No mais da esquerda, eu quis porque quis montar alguma combinação com a calcinha de limões gregos e acabei escolhendo o cropped com nó preto porque nada mais neutro que preto (e porque achei mega fofo o detalhe do nó, convenhamos). Eu amei o do meio principalmente por conta do top ciganinha "Noites de Verão", que eu acho que ajudaria muito com o meu complexo de ter ombros largos demais dando uma leveza pra região. Combinei com essa calcinha de azul marinho lisa bem simples, só porque a cor combina com alguns detalhes da estampa do top. O conjunto mais da direita é um que eu não tenho certeza se realmente usaria, mas que entrou principalmente por causa das constelações, que eu achei um charme que só!

Essas são só algumas das muitas opções que vocês podem encontrar no site da Marétoa. Recomendo que vocês passem uma tarde dessa quarentena navegando por lá e fazendo plano para as piscinas daqui um tempo. Vocês não vão se arrepender! 

Ufa! Ainda estão por aí? Gostaram dos conjuntos que eu escolhi ou meu estilo não faz muito o seu tipo? Me contem quais peças vocês gostaram ou o que vocês colocariam no lugar (aceito todas as dicas)!
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